sábado, 22 de setembro de 2007

the X factor


Infelizmente esse e sem duvida o disco mais fraco do maiden,o que falar de blaze bayley nos vocais, sem duvida muito fraco, nao que o cara seja ruim, mas nem de perto ele faz o tipo do maiden, a primeira sensaçao que causou quando coloquei x facot pra tocar , era se aquilo era iron maiden , ou haviam trocados os cds na loja.Sign of the cross abre bem o disco, mas aquela introdução ja faz a pessoa querer pular logo pra segunda faixa , na sequencia lord of the flies e man on the edge, salvam a reputação do disco , grandes musicas, mostrand grandes vocais de blaze.fortunes of war tem uma lindissima intro de baixo de steve harris , vale lembrar que o que e realmente interessante no disco sao as linhas de baixo, look for the truth e the aftermath simplesmente nao agrada , judgement of heaven e uma das poucas que merece uma atenção no disco, um otimo refrao, bem considero steve harris o maior baixista do mundo , mas aquele começo de blood on the worlds , cria uma certa desconfiança, mas logo apresenta uma musica ate interessante, the edge of darkness nao apresenta nada de diferente .2 A.M traz um violão lindissimo e uma grande atuação de blaze , com andamento quebrado, com peso na medida certa.The unbelliever fecha o disco de uma forma um pouco fria, sem criatividade nenhuma .
RESUMINDO:concerteza o ponto mais fraco na carreira da donzela , com um disco, que nao acrescenta nada de surreal no som, so nos fazendo sentir saudade dos velhos tempos do maiden e do insubstituivel bruce !!!!!!!!


1. Sign Of The Cross
2. Lord Of The Flies
3. Man On The Edge
4. Fortunes Of War
5. Look For The Truth
6. The Aftermath
7. Judgement Of Heaven
8. Blood On The World's Hands
9. The Edge Of Darkness
10. 2 A.M.
11. The Unbeliever


1995 - The X Factor
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A Real Live One


1993 - A Real Live One
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A Real Live One

1. Be Quick Or Be Dead (Dickinson/Gers)
2. From Here To Eternity (Harris)
3. Can I Play With Madness (Smith/Dickinson/Gers)
4. Wasting Love (Dickinson/Gers)
5. Tailgunner (Harris/Dickinson)
6. The Evil That Men Do (Smith/Dickinson/Harris)
7. Afraid To Shoot Strangers (Harris)
8. Bring Your Daughter... To The Slaughter (Dickinson)
9. Heaven Can Wait (Harris)
10. The Clairvoyant (Harris)
11. Fear Of The Dark (Harris)

A Real Dead One




1993 - A Real Dead One
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CD1 - A Real Dead One

1. The Number Of The Beast (Harris)
2. The Trooper (Harris)
3. Prowler (Harris)
4. Transylvania (Harris)
5. Remember Tomorrow (Harris/Di'Anno)
6. Where Eagles Dare (Harris)
7. Sanctuary (Harris/Murray/Di'Anno)
8. Running Free (Harris/Di'Anno)
9. Run To The Hills (Harris)
10. 2 Minutes To Midnight (Smith/Dickinson)
11. Iron Maiden (Harris)
12. Hallowed Be Thy Name (Harris)

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Fear of the dark


fear of the dark e um exemplo de disco no melhor estilo iron maiden, os vocais de bruce estao muito bom, com tons mais rasgados e ate mesmo gritados , e steve harris mostra ser o otimo compositor de sempre, e e claro um baixista de integral presença.As guitarras esta perfeita assim como a bateria de Mcbrain esta menos crua.Um album deve ser atrativo nos primeiros segundos, e Be quick or be dead faz as honras numas das musicas mais rapidas que o maiden ja gravou.From here to eternity e afraid to shoot strangers sao duas das varias canções de harris no trabalho, sendo a ultima mais sombria.Fear is the key tem um riff arrastado, enquanto childhoods end e politicamente correta, falando sobre guerras e impunidade e tem uma instrumental belissima com mais um atuação perfeita de dickinson , a balada wasting love e uma das canções mais conhecidas do grupo, chains of misery tem um refrao contagiante, e ficaria muito boa aovivo , mas a enjoativa e fraca demais pro disco acompanhado por apenas um riff.Juas be my guide e uma otima musica apesar ja falta criatividade a Mr. Mcbrain, weekend warrior tem um belo trabalho de violão em uma homenagem ao torcedore inglese que transformam estadios de futebol m verdedeiros campo de batalha.Um dos maiores classicos da donzela fear of the dark fecha o disco.A introdução da faxa titulo e sombria mas a mudança de andamento nos deixa diante de uma das melhores composições de harris em todos os tempos!!!!
Iron Maiden - From Here To Eternity (Music Video 1992)
Iron Maiden - Be Quick or be Dead
Artista: Iron MaidenTítulo: Fear of The DarkAno: 1992Faixas:01. Be Quick Or Be Dead02. From Here To Eternity03. Afraid To Shoot Strangers04. Fear Is The Key05. Childhood's End06. Wasting Love07. The Fugitive08. Chains Of Misery09. The Apparition10. Judas Be My Guide11. Weekend Warrior12. Fear Of The DarkTamanho: 119,6 MBLink:http://rapidshare.com/files/36384815/Fear_of_the_Dark.part1.rarhttp://rapidshare.com/files/36372951/Fear_of_the_Dark.part2.rar

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

no prayer for the dying


Confesso que foi um album que escutei com uma certa descofiança, nem mesmo somewhere in time com toda sua polemica nao foi tanto quanto esse, mas a saida de smith afetou a ada de alguma maneira, sempre considerei a chave principal da banda, ando metia a compor era so cosia boa, sem querer desmerecer os outros guitarristas da banda , entao la se foi o bom gosto nos solos e nas composições.Assim temos aqui o disco mas inexpressivo da banda com bruce , resultado direto da ausencia de adrian smith.O album começa mal, nem o baixo de steve harris nao se salva em tailgunner, o refrao e chato pra caralho.Holy smoke tem apenas um lado positivo, por mais que o assunto ja esteja desgastado, mas nunca e demais falar dos charlatões da industria evangelica.A faxa tema ja faz o cara pensar que la vem um classico, mas so se salva o tema da guitarra, mas no geral o album e morno e nao faz justiça a banda.Public enema number one tem um bom refrao e traz dickinson de voz limpa , alias que diabo deu nele pra sempre cantar de voz limpa , mas faz parte daquelas que cai no esqueimento facil facil, assim como run silent run deep,mother russia, fates warning e the assassin.Agora pra diferenciar Hooks in you e um hard de respeito composta por smith, que teria melhor resultado se bruce cantasse como bruce, mas o vocalista se redime em bring your daughter...to hte slaughter!!!
Iron Maiden - Holy Smoke (Music Video 1990)
Artista: Iron MaidenTítulo: No Prayer For The DyingAno: 1990Faixas:01. Tailgunner02. Holy Smoke03. No Prayer For The Dying04. Public Enema Number One05. Fates Warning06. The Assassin07. Run Silent Run Deep08. Hooks In You09. Bring Your Daughter... To The Slaughter10. Mother RussiaTamanho: 89,4 MBLink: http://rapidshare.com/files/36415919/No_Prayer_for_the_Dying.rar

sábado, 1 de setembro de 2007

seventh son of a seventh son


O setimo album do maiden, um grande trabalho, lançado em 88, aqui a pegada tipica foi resgatada, impossivel nao se empolgar com a macabra moonchild, com uma introdução de violão conduzida por um vocal magnifico de bruce, alias que performance desse grande vocalista, alem do espaço para teclados seguidos de um riff matador de adrian smith e da poderosa bateria de nicko mc brain e do sempre perfeito de harris. quando infinite dreams começa a rolar da pra perceber como esses caras sao bons, emocionante talvez seja a palavra mais certa pra descrever essa canção, harris acertou em cheio de uma banlada pra um metal! apesar de diferentes can i play with madness e the evil that men do tem caracteristicas bem comuns e sao verdadeiros classicos da banda.a faixa titulo e totalmente epica, no maior estilo imortalizado pelo maiden mos albnus anteriores e com influencias de progressivo.Os vocais grandiosos e as guitarras sempre despejando as melhore melodias .the profecy segue com um forte acento progressivo, assim como the clairvoyant, mas essa ainda direta com duelos de guitarra e a tao famosa cavalgada de baixo de harris.Para fechar only the good die yong um tipico metal empolgante praticado pela donzela
Iron Maiden - Can I Play With Madness (Music Video 1988)

somewhere im time


Nao tenho muita certeza mais lembro que esse disco causou certa discussao no brasil, e acho que no resto do mundo tambem, mas naquela epoca era complicado saber o que se passava no esxterior , e alem do mais nem eu tambem nao era nascido, mas o que interessa e que eles lançaram um disco com guitarras sintetizadas! essa era a questao, deve ter criado uma certa polemica eles se venderam ou nao.Bem sinceramente acho o disco muito bom, claro que um pouco diferente posi vinha depois de powerslave, que pra min dava fim a trinca de ouro da banda, e um ao vivo matador, que como todos sabem ao vivo eles sao foda, mas claro que da pra perceber que e um anuncio de uma queda no estilo da banda sem querer os disco que vieram fossem ruins, ao contrario sao maravilhosos, mas nao e nem de perto que eles fizeram ate 85, hoje em dia pessoas que curtiram esse disco na epoca, acham realmente fantastico, o problema e que ja nao era mais o mesmo iron maiden.Caugh somewhere in time abre o disco, ate que abre bem o disco, bom refrao e boa letra, depois a fantastica wasted years sempre foi a minha favorita ,o carro chefe dessa disco .Sea of madness, nao e ruim, mas tambem nao e aquela de emocionar .Com heaven can wait ja muda de figura, lembrando com pode render ao vivo.The loneliness of the long distance runner concerteza lembrada pelo enorme titulo.Stranger in a stranger land e chatinha pea caceta, mas ate que da uma levantada na bola do disco.Deja vu e uma lapada, boa do começo ao fim, mas Alexander the great fecha muito bem o disco com estilo um disco de longe esta entre um dos melhores da banda, mas esta acima da media de discos lançados no futuro, como por exemplo uns ai que foram lançados em 95 e 98 hehehauauau, mas deixa pra la !!!!!!!!
Wasted Years

live after death







O ano era o de 1985. Bruce Dickinson, Steve Harris, Dave Murray, Adrian Smith e Nicko McBrain encontravam-se no melhor de sua forma, isso após o Maiden ter dado ao mundo 5 dos mais clássicos álbuns de heavy metal que se tem notícia. Qual seria a melhor maneira de deixar registrada uma fase tão maravilhosa como essa? Com certeza, por meio da gravação de um álbum ao vivo. “Live After Death” é uma amostra da mítica “World Slavery Tour”, a famosa e grandiosa turnê de divulgação do álbum “Powerslave”, lançado em 1984, na qual a banda fez, inclusive, sua primeira aparição no Brasil, durante o primeiro Rock In Rio, em 1985. E esse disco representa exatamente isso: um registro do que é considerado por muitos como o melhor momento da carreira da banda em termos de empolgação e criatividade, tudo documentado em um dos melhores álbuns ao vivo da história do metal.
Esse disco foi lançado com diferentes versões. O vinil original é um álbum duplo, onde o LP1 e o lado A do segundo disco contém as músicas gravadas nas apresentações da banda em 1985 no Long Beach Arena, em Los Angeles, que representavam o setlist básico da “World Slavery Tour”. O lado B do segundo disco trazia mais 5 músicas gravadas no Hammersmith Odeon, na Inglaterra. A primeira versão em CD trazia apenas a gravação de Long Beach e com a música “Running Free” editada em relação à versão do LP. Posteriormente, foi lançada uma outra versão em CD, a qual trazia as mesmas músicas do vinil, incluindo as 5 faixas extras. Existe ainda uma versão bônus rara de “Live After Death”, onde o segundo CD com as 5 músicas gravadas na Inglaterra era substituído por um outro com versões ao vivo das músicas “Losfer Words (Big ‘Orra)”, “ Sanctuary” e “Murders in the Rue Morgue”. Bem, vamos falar sobre a primeira e melhor versão que se conheceu de “Live After Death”, aquela lançada em vinil e na versão remasterizada em CD.
A bolacha começa com uma inusitada introdução, trazendo parte do exaltado discurso do Primeiro Ministro Winston Churchill, apelando aos ingleses para que se mantivessem firmes e resistissem aos constantes ataques ao país durante a Segunda Guerra Mundial. Ao final das palavras do estadista, começam as primeiras notas de “Aces High”, aquela que, com certeza, é uma das 3 melhores canções para se iniciar um show em toda a história do metal. Dona de um misto perfeito entre peso, velocidade, agressividade, melodia e feeling, a música mostra perfeitamente ‘o que é o Maiden’ e ‘porque o Maiden é o Maiden’. O entrosamento é perfeito entre as guitarras de Dave Murray e Adrian Smith, que desfilam sobre a cozinha competente montada por Steve Harris e Nicko McBrain. Bruce Dickinson não atinge os mesmos agudos altíssimos da versão em estúdio e utiliza-se de tons mais graves, um fato que se repetiria em algumas outras canções desse disco. Por isso mesmo, muita gente reclama de sua performance vocal nessa música. Mesmo que ninguém saiba se isso ocorreu simplesmente por opção sua ou por uma dificuldade em se conseguir atingir ao vivo o mesmo desempenho, o fato é que as linhas vocais um pouco mais graves de Mr. Air Raid Siren não deixam de ser excelentes e conseguem empolgar a platéia de uma forma absurda.
A seguir, temos a ótima “2 Minutes To Midnight”, com seu refrão que não sai da cabeça, entremeado por um trabalho primoroso dos guitarristas e pelo baixo de Steve Harris sendo tocado “no talo”. Esta é uma música que ganhou aqui uma versão mais empolgante que a de estúdio. A clássica “The Trooper” ficou mais rápida e pesada em “Live After Death”. Esta é possivelmente, dentre todas as canções do Maiden, aquela onde Dave Murray e Adrian Smith atingem seu máximo em termos de entrosamento. Não há, por exemplo, como dizer qual dos dois faz o melhor solo ou acerta o melhor timbre durante as bases. Bruce Dickinson aqui dá um show de vigor e energia. Uma das melhores versões já registradas de um dos maiores clássicos da banda.
Na canção seguinte, “Revelations”, o Maiden conseguiu a façanha de fazer com que essa música soasse mais dramática do que em “Piece Of Mind”. A beleza da faixa, se já é espantosa em estúdio, ao vivo torna-se mais assustadora ainda. O instrumental é espetacular, apenas perde uma parte melódica conduzida pela guitarra e que não havia como ser reproduzida em shows com apenas duas guitarras, ainda que Bruce Dickinson tocasse o instrumento num pequeno trecho dessa canção. E por falar em Dickinson, é ele quem se sai melhor na execução dessa música, já que consegue um timbre de voz ainda mais emocionante que na versão de estúdio. “Flight Of Icarus” ficou menos “feliz” e com muito mais cara de heavy metal em “Live After Death”. A melodia cheia de feeling, a ótima linha vocal, os belos solos, a cavalgada impressionante do baixo de Harris, nem tanto pela velocidade mas, sobretudo, pela forma como espanca as cordas de seu instrumento sem piedade, são todos fatores que deixaram essa música muito mais empolgante.
Na seqüência, somos brindados com uma das maiores epopéias da história do metal. “Rime Of The Ancient Mariner” já impressiona pelos seus mais de 13 minutos de duração. Aquilo que poderia se tornar uma canção maçante, sobretudo em um show, na verdade mostra-se um dos momentos mais marcantes de “Live After Death” e ainda um dos momentos mais criativos de toda a carreira da banda. A letra, baseada em um poema de Samuel Taylor Coleridge, ganha mais sentido com a interpretação de Bruce Dickinson. E o instrumental? Bem, a técnica e o entrosamento entre os músicos nessa faixa é tamanha, que faz a gente se perguntar se firulas e excessos de virtuosismo são realmente necessários para se fazer uma música de cair o queixo, com mais uma versão que supera a original de estúdio, sobretudo em termos de peso. “Powerslave”, a música, sabe dosar bem momentos de cadência com aqueles de mais agitação. O instrumental dessa faixa, quando executado ao vivo, parece ficar ainda mais bem encaixado com o tema da canção. Dave Murray faz um solo pra lá de inspirado e Steve Harris mostra (mais uma vez) porque toda vez em que se fala de cavalgada no baixo, ele é o primeiro nome que vem à cabeça.
“The Number Of The Beast” cumpre com competência a missão de levantar o público, desde o trecho inicial de sua introdução até o último segundo. A canção seguinte é a espetacular “Hallowed Be Thy Name”, uma música que provavelmente está no top 3 ou top 5 da maioria dos fãs da Donzela. E nesse disco, o Maiden a executa de maneira mais veloz, mais pesada e mais dramática. Não é errado dizer que ela é um dos maiores hinos de todo o heavy metal e que sua versão em “Live After Death” deve ser a melhor que a banda já registrou até hoje para essa música. “Iron Maiden” é a canção que encerra a primeira parte dos shows do Maiden há 27 anos. A entrada de Bruce e Nicko McBrain na banda fez com que essa faixa perdesse um pouco da crueza e brutalidade dos tempos de Paul Di’Anno e Clive Burr. No entanto, sua execução ao vivo com os 2 ganhou em técnica, conforme pode ser observado nessa versão.
Em “Run To The Hills”, Bruce Dickinson, mais uma vez, utiliza-se de tons mais graves, cantando os versos de forma um pouco menos ‘raçuda’ que em outras ocasiões. Só que tocar uma música que tem um refrão como o dessa, será sempre entrar em campo com o jogo já ganho. “Running Free” ganhou 5 minutos a mais na versão de “Live After Death”, pois lá pelo meio da música Bruce começa uma interação com o público, aquela velha história de pedir para a platéia repetir alguma coisa, ver se quem grita mais alto é quem está no lado direito ou esquerdo, aquela coisa toda de show ao vivo. A música em si é outra da era Di’Anno que perde em agressividade. No entanto, não é nada que comprometa a qualidade da canção e muito menos o poder de interação entre a banda e os fãs, que cantam o refrão em uníssono.
Bem, a versão original em CD de “Live After Death” terminava aqui. A primeira prensagem original desse álbum, em vinil, ainda tem um lado B do disco 2, com mais 5 músicas que foram gravadas em apresentações no Hammersmith Odeon, na Inglaterra. “Wrathchild” é uma das poucas músicas desse álbum que não consegue repetir o mesmo nível de estúdio ou até melhorá-lo. Não que ela tenha ficado ruim, mas a versão de estúdio ou aquela do “Maiden Japan” são melhores, talvez pelo fato de que, entre todas as músicas dos 2 primeiros discos, essa é a que melhor se encaixa no estilo vocal de Paul Di’Anno e a que mais se afasta do estilo do Dickinson. Sou suspeito pra falar sobre “22 Acacia Avenue”, já que coloco essa entre as mais criativas músicas do Maiden. Em relação à versão de estúdio, Bruce canta de forma bem mais ‘rasgada’ e muito menos limpa, sobretudo a parte no meio da música, onde ele atingia agudos altíssimos em estúdio. Os riffs ao vivo soam com mais pegada e os solos são excepcionais. A seguir, temos a clássica “Children Of The Damned”, que ganhou uma versão excelente, mais pesada e com vocal mais dramático. Uma música definitivamente fantástica.
As 2 últimas do álbum guardam as versões definitivas de 2 canções do Maiden. “Die With Your Boots On” ficou impressionante, com seu instrumental técnico, entrosado e empolgante. Destaque para Steve Harris e seu baixo. O cara impressiona tanto pela velocidade com que toca quanto pela força com que bate nas cordas de seu instrumento. E Bruce Dickinson tem aqui uma de suas melhores performances no disco. “Phantom Of The Opera”, a última canção da versão em vinil, é outra que deve figurar no top 3 ou top 5 da maior parte dos fãs da banda. Suas mudanças de andamento, suas variações de momentos mais porrada para outros mais calmos e viajantes, seu instrumental inspiradíssimo, tudo isso ainda ficou melhor na versão de “Live After Death”. Sem dúvidas, a versão definitiva dessa música.
A excelente produção desse álbum ficou a cargo do mago Martin Birch e a capa é assinada por Derek Riggs, que entrega aqui um de seus melhores trabalhos para o Maiden, ao lado das capas de “Powerslave” e “Somewhere In Time”.
Se você achou que a resenha tem elogios demais, saiba que eu cortei muitos dos que fiz no texto original que escrevi. “Live After Death” não é apenas um ótimo álbum ao vivo, ele é um dos melhores álbuns ao vivo já lançados no heavy metal, se não for o melhor. Era a maior banda de metal do mundo, tocando uma seleção de suas melhores músicas na melhor fase de sua carreira e ainda melhorando boa parte das músicas em relação às suas versões originais, que já eram fantásticas. Por isso tudo, até dá pra concordar com quem diz que esse disco é a melhor coisa que o IRON MAIDEN fez em toda a sua carreira. E isso definitivamente não é pouco. Que venha a tour dos ‘golden years’.


Powerslave (Live after death)



Aces High (Live After Death)



Running Free (Live After Death)




powerslave


Dizer qual o melhor album do iron maiden e uma tarefa impossivel, mas cada fã tem o seu especial, o meu e piece of mnid mind, mas nao tem como nao gostar de powerslave, concerteza e aquele que ficara para a eternidade.Foi em 84 que saiu o disco que seria o mais classe do maiden.Os primeiros acordes de aces high, causa uma sensação magistral quando coloquei esse cd pra escutar aqui pra fazer essa resenha, continua totalmente magistral.O riff de 2 minutes to midnight e antologico ,um classico da banda.Ate as musicas nao famosas sao um classico.Que banda pode se gabar de compor a excelente instrumental losfer words(Big ´Orra)e flash on the blade e nao mais aproveita-las em turnes?back in the village tem outro grande riff e espetacular, The duellist mostre de onde o helloween tirou aqueles lances das guitarras dobradas em solos.E as duas ultimas sao um petardo na carreira. confesso que poweslave nao e uma das minah preferidas, a musica e claro, mas de todo jeito mostra que bruce um vocalista fora de seria, e um dos maiores frontman da historia.E rime ancient of mariner , e o motivo por que steve harris a personificação do heavy metal , o cara que compos sozinho essa obra prima , instrumental primoroso e uma letra fantastica. contando uma historia do começo meio e fim sem repetir uma simples frase, se powerslave nao esta em sua coleção , lamento mais voce nao gosta ou nao entende nada de heavy metal.Ou as duas coisas .
two minutes to midnight
aces high